Música

songs i love 

Eu descobri TANTA música maravilhosa nos últimos meses, então aqui tá um pouco da trilha sonora da época mais linda-angustiante-incrível-melancólica da minha vida até agora:

música, você é a melhor coisa que o ser humano foi capaz de criar.

Música e vídeo – favoritos do momento

Faz algum tempo que não falo sobre minhas músicas favoritas do momento por aqui – se bem que não tenho muitas novidades nesse começo de ano. De qualquer jeito, decidi compartilhar não só as músicas, mas também alguns dos meus vídeos favoritos, todos cheios daquela boa e velha melancolia que eu amo. Aqui vai:

Acredito que essa é a terceira vez que falo do Troye por aqui, talvez a quarta, mas meu amor por ele realmente não se esgota. Seu novo vídeo – que foi lançado, não por mera coincidência, um dia antes da inauguração do governo do novo presidente estadunidense – é lindo demais e eu devo ser responsável por metade das suas visualizações. Heaven é uma das minhas músicas favoritas e à cada dia ela significa mais pra mim, e acredito que sua mensagem também é muito importante nesse mundo que parece só ficar mais bagunçado.

Belle and Sebastian é a banda que mais ouvi nos últimos meses. Fiquei muito feliz por finalmente conhecer seus álbuns mais a fundo. Quanto mais descubro, mais encantada eu fico.

A Dodie é maravilhosa, como pessoa e cantando. Nesse vídeo, que assisto todos os dias, ela faz um tributo ao ano de 2016 – ha ha ha. Também amo esse vídeo no qual canta a música tema de La La Land (❤️).

Hozier está, sem dúvida, entre os dez melhores artistas do momento. Compor, tocar e cantar como ele é pra poucos – e seus clipes ainda são caprichadíssimos. Você provavelmente conhece ele por Take me to church, mas eu me apaixonei depois de ouvir Someone New:

Como não consegui me decidir entre os dois vídeos, assista também Cherry Wine, do mesmo ❤️:

E, por fim, Slip, com essa coreografia maravilhosa:

 

10 anos de Taylor

Só pra não deixar essa data passar em branco: hoje, dia 24 de outubro, é o aniversário de dez anos do primeiro álbum da Taylor Swift. Eu lembro a primeira vez que vi a Taylor, no início de 2009, cantando Love Story, de vestido e na torre de um castelo. E durante os quase oito anos que decorrerem de lá pra cá, a minha admiração por ela só cresceu.

O interessante é que ela sobreviveu entre minhas favoritas na minha época mais rock clássico, mais punk rock, mais música alternativa. Pôde-se dizer que ela foi um grande guilty pleasure na minha vida, mas bora abraçar tudo o que nos faz bem! E acontece que, sim, tem alguma coisa nas músicas dela que me fazem um bem danado!

Hoje, a Taylor tem cinco álbuns de estúdio: o aniversariante, Taylor Swift, o álbum que a revelou para o grande público (e lhe rendeu o Grammy de Álbum do Ano), Fearless, os meus dois favoritos, Speak Now e Red, e o seu maior sucesso até hoje, 1989.

Em todos esses anos a Taylor cresceu pra caramba, de maneira que os antigos fãs com certeza não haviam previsto. Muita coisa rolou, algumas não tão legais, mas ela continua aí: mais firme que nunca. A energia boa e pura dela, assim como a paixão que transmite em suas letras, são coisas que espero que nunca mudem. Mas muitas coisas vão mudar, sim, e o fato de nunca continuar a mesma é uma das melhores coisas sobre ela!

Aqui vão três dos meus vídeos favoritos, que mostram um lado da Taylor menos divulgado por aí:

A beleza de Bon Iver

Eu ia esperar até a próxima playlist pra falar sobre Bon Iver por aqui. Ia. Mas vou precisar dedicar um espaço pra falar somente sobre essa banda, na qual viciei nas últimas semanas. Pra começar, é deles Skinny Love, música que a maioria de vocês com certeza já escutaram alguma vez, seja sua versão original ou um dos seus vários covers – eu, por exemplo, conheci através da Birdy – mas, se você acha a música bonita, acredite, têm mais de onde ela veio.

Bon Iver é uma banda norte-americana fundada por Justin Vernon em 2007 e tem dois álbuns de estúdio: For Emma, Forever Ago (2008) e Bon Iver, Bon Iver (2011). Os dois álbuns são lindos, mas o segundo é uma obra de arte e rendeu ao grupo os Grammys de “melhor artista novo” e “melhor álbum alternativo”. Pra quem gosta de indie folk as músicas são de emocionar de tão bem feitas.

Apaixonada por essas capas!

Uma coisa que também amei foi o fato da origem do nome da banda ser a expressão francesa “bon hiver”, que significa “bom inverno”. Achei perfeito, pois acho que essas são mesmo músicas pra se ouvir no frio, em momentos de introspecção e reflexão. Me fez lembrar das palavras do Oscar Wilde: “A sabedoria vem com o inverno”.

Minhas músicas favoritas até agora são For Emma, Perth, Minessota Wi, Holocene, Towers e Michicant. A conta deles no Spotify é essa aqui, é só clicar e aproveitar! 😉

Uma playlist pra aquecer o coração 

Ok, to incomodada com o clima desértico aqui do blog e precisei dar uma passadinha! Mas dessa vez com uma playlist, em vez do textão que geralmente sai nessas ocasiões. Apesar de eu estar pensando bastante (pra variar, né?), palavras bonitas no papel que é bom: nada. Mas pra isso que a música serve, certo? Pra gente ouvir e sentir que colocamos pra fora tudo o que estávamos sentindo. Se rolar aquela dança esquisita no quarto então, melhor ainda!

Já faz alguns meses que meu kit básico de sobrevivência tem incluído: corrida à cada dois dias, litros e litros de chá de hibisco, uma panela de brigadeiro toda sexta e MUITA música. Então vou compartilhar uma playlist que preparei com músicas que aquecem meu corazón. É uma mistura de músicas pelas quais me apaixonei recentemente, e músicas que ouço incansavelmente há muitos e muitos anos! Tudo numa vibe boa.

Quero apenas dar um destaque pro Of Monsters and Men. To apaixonada pelo trabalho dessa banda! É difícil de explicar, mas suas músicas me fazem esquecer de tudo, me levam diretamente pras paisagens da Islândia (país de origem da banda – e que sonho em conhecer). Fui falar sobre isso com uma amiga minha, que já é fã há tempos e ela respondeu: “Pois é. Of Monsters and Men tá sendo a única coisa que me traz paz.”. Vai por aí mesmo. Se é possível, com o tempo, a música se torna cada vez mais indispensável pra vida!

Espero que curtam a playlist. Beijos!

Conheça Esteban 

Hoje vou falar sobre música mais uma vez, sim. Há umas duas semanas uma amiga minha veio me falar que um tal de Esteban vinha pra nossa cidade. Eu não conhecia o cantor, então ela me mandou ouvir Segunda-feira e agradecer depois. Ouvi a música, depois ouvi o álbum inteirinho, o dia inteiro.

Esteban Tabárez era baixista no Fresno e saiu da banda pra fazer sua própria arte. Também tocou e escreveu por 3 anos com um dos meus maiores ídolos, o Humberto Gessinger. De fato, ele estava lá no show da turnê Insular que assisti no ano passado!

São dois álbuns (incríveis) até agora: iAdiós, Esteban! e Saca La Muerte de Tu Vida. As letras dele me lembraram bastante as do Humberto, com aquelas frases que são doloridas de tão verdadeiras. É música pra seres humanos melancólicos.

E o show foi ontem, em um barzinho, com uma vibe tranquila. Tinha pouca gente (o que eu até curto), mas o pessoal representou e cantou junto cada música. Deu pra ficar pertinho do palco e assistir ele fazer arte só com voz e guitarra, deixando as músicas ainda melhores no ao vivo.

Pra mim, particularmente, foi uma noite boa, pois revi uma das minhas melhores amigas, de quem eu tava morrendo de saudades, botei conversa em dia, tomei uma cerveja, ouvi música boa e renovei minhas energias. Também tietei um pouco, porque né?

Enfim, agora é tentar usar essa energia boa pra aproveitar essa semana que está começando!

Música: Os favoritos do momento

Desde que o Lollapalooza rolou no mês passado eu tenho tentado conferir (babando pelo youtube) os artistas que vieram pro festival, e a descoberta mais preciosa que fiz foi a banda Tame Impala. Me apaixonei muito pelo rock psicodélico dessa banda, principalmente o álbum mais recente deles, Currents. São músicas que combinam melancolia e felicidade, passando aquela sensação de ser transportado que sentimos quando ouvimos U2 bem alto, sabe?

Agora, eu preciso dizer que nunca jamais imaginei que fosse curtir tanto uma banda com tanta base eletrônica. Sempre fui fã de rock clássico e por muito tempo caí naquela ideia ignorante de que só ele prestava como gênero musical. Pra se ter uma ideia, a primeira vez em que me rendi à uma batida eletrônica foi depois que o Troye Sivan lançou Wild, no ano passado. E, aliás, vou aproveitar pra falar sobre esse rapaz, que virou meu xodó.

Já falei sobre ele por aqui, mas foi antes do álbum Blue Neighbourhood ser lançado completo, com suas 16 faixas. Só preciso dizer que, desde o dia em que o álbum foi lançado em dezembro, eu o ouço todos os dias e ainda não enjoei. É difícil de acreditar que alguém de vinte anos tenha criado músicas tão verdadeiras e com melodias tão deliciosas. Minha favorita era Ease, agora empata com Heaven, Suburbia e Lost Boy (mas sério, o álbum inteiro é degustaste).

O rock sempre vai ser essa força cósmica de liberdade pela qual me apaixonei na primeira vez que assisti Quase Famosos, ou quando ouvi The Wall aos 14 anos, mas como tem sido bom me apaixonar pelo contemporâneo! Cada vez mais acho absurda a frase “não existe música boa sendo produzida hoje em dia” (na qual eu mesma costumava acreditar) existe sim, gente.

Talvez o fato de eu ter ouvido tantos clássicos faça com que eu selecione o que vou ouvir hoje com mais personalidade e não abrace qualquer coisa que mídia decida tornar famoso. Mas, acima de tudo, tenho procurado me conectar com quem sente o que eu sinto, por viver no mundo cada vez mais confuso e exigente em que vivo. É uma questão de sentimentos e vibração, e faz bem.